Ofurô vira banheira de bebê
A máxima "tal pai, tal filho" foi levada a sério pelos clientes do arquiteto Ricardo Miura e da decoradora Carla Yasuda. "O casal tem uma tina de ofurô de madeira e preferiu comprar uma para o bebê no lugar das comuns, de plástico", conta Miura. Da Will Arte, a peça feita de cedro mede 60 cm de diâmetro.

Para elevá-la a uma altura confortável foi desenvolvido um suporte de aço com rodízios. No ambiente de 4 m², o arquiteto dispensou o uso de boxe de vidro facilitando o uso atual. Coladas na cerâmica, as figurinhas de louça do Manikineko, gatinho da sorte japonês, foram uma faixa decorativa.

